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13/06/2016

Segredos De Uma Antiga Civilização - Parte 2


Só continue se você já leu Segredos De Uma Antiga Civilização - Parte 1


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Sabe quando temos a sensação de já ter visto algo acontecer

De estarmos em algum lugar do passado, de pessoas conhecer?

As palavras da princesa começaram a fazer sentido

Tudo me pareceu familiar

Um gosto de hortelã no ar


Com memórias emergindo do subconsciente

Esclarecendo o que estava presente

Em meu sagaz olhar

Porém há algo que me mantém sem compreender

O mistério que por anos uma evoluída sociedade

Com devoção e amor

Exaustivamente trabalhou

Para esconder

Debaixo de sua obra de ultra autenticidade

Por qual motivo uma evoluída sociedade

Agiria com tamanha ingenuidade?



Construir no fundo do mar uma cidade

Que pode ser facilmente encontrada

Cada estátua pode de longe ser observada, apreciada


Finalmente compreendo todo acontecimento

Minhas habilidades já demonstram enriquecimento

As estátuas nada mais são

Que um chamariz

Que levará todos para a perdição

No meio do mar não

Há onde esconder o nariz

Só resta uma sangrenta luta então

De única direção

A morte certa sem pausa para lamentação

O fim tão óbvio quanto aparenta ser


Sorte ou azar?

Ter comigo um grupo de especialistas em magia

E almas sem medo de morrer, já estão mortas. . .


Ordenei que a princesa invocasse grandes hordas

Que logo se colocaram em posição de ataque

Como nos almanaque

Mais falhavam que acertavam, mas fiéis em sua missão

Distraíam as estátuas enquanto fugíamos da ação


O que fazer quando o calor do momento nos impede

De escolher com clareza qual caminho seguir?

Quando por mais que você se esforce para entender

O que precisa ser feito ou o que está por vir?


Em meus confusos pensamentos

Esqueci uma importante lição:

Nos difíceis momentos

De muita confusão

Devemos olhar para os lados

Pois há alguém estendendo a mão

Com palavras nos lábios

A querida solução

Portando o detalhe que lhe falta para ter

A resposta da dúvida que te confunde o saber


Perguntei ao condutor da carruagem das trevas

O que sabia sobre a lenda de Ibédreas

Com olhar de surpresa a caveira calmamente começou

A falar sobre a história da guerreira que bravamente lutou

Contra o exército de Hiaslím, o império do pântano sem fim



Ele falou do poder da guerreira com animação

Que durante dias lutou com coração

Precisava provar o seu valor e honrar a tradição

Tradição, a mesma que me levou à perdição

Em determinado momento a caveira tremulou

Para o lado olhou e com raiva falou:

Hiaslím possuía um Lord que nada temia

Sacrificou a própria filha em busca de poder

Se tornou um Lich que para sobreviver

O sangue dos vivos precisava beber


Quando caminhava sobre a água

A lua brilhava e o vento parava

Tamanho o seu poder

Nada conseguia o deter

Porém ele não esperava que a brava guerreira

Estivesse determinada a queimar na fogueira

Para que seu nome fosse lembrado, uma lenda ser


Diz a lenda que durante o sexto dia de batalha

A guerreira encontrou no pântano um bastão

Nele estava escrito à mão:

Construtor de muralha

Ela estendeu o bastão em direção

A lua brilhante

Que presenciava radiante

O Lord de Hiaslím a todos consumir

Com sua ganância sem fim



Ela então disse: muralha

Misteriosamente algo começou a surgir

Do maldito pântano sem fim

Lugar assombrado pelos espíritos

Dos que tiveram o sangue absorvido

O corpo amaldiçoado e transformado

Em terríveis guerreiros

Monstros herdeiros

Do desejo de destruição

Do Lich da perdição


Uma gigantesca muralha se formou

Bloqueando a ponte de entrada e saída

Ninguém avançava ou recuava

Por mais que tentassem a fugida

Logo em seguida, do pântano brotou

Pilares de concreto

Com largura de 1 metro

E um gigantesco teto

Cobrindo por completo

O pântano amaldiçoado

Lar dos condenados


Com o bloqueio da luz lunar

As criaturas voltaram pro lar

O fundo do pântano

Seu além-túmulo

Causando espanto

No Lich trêmulo

A água do pântano começou a tremer

Mas nada se via acontecer

O Lich sem seu exército da escuridão

Teve somente o bastão

A verdadeira batalha estava para acontecer

O Lich usava água e a guerreira fogo

A guerreira vento e o Lich terra

Era uma batalha muito igual

Difícil prever o final

Não se sabe quem venceu a batalha

Mas o nome de Ibédreas ficou marcado na história

Já que ninguém mais caiu na malha

Do Lorde de Hiaslím

E seu pântano sem fim

Ambos ficaram na memória

Porém as muralhas continuaram lá

E sumiu o bastão

Restou a caravela

Símbolo de devoção

Acreditasse que o bastão

Tenha o poder de construir ou destruir

Qualquer construção

Diz a lenda que a antiga civilização

Foi construída com o bastão

E que o mesmo desapareceu

Quando a guerreira morreu

Eu sei onde ele está

Mude o curso da carruagem

Eu e meus aliados morremos tentando o pegar

Foi uma batalha selvagem

Fica ao sul de Nitromânia

Uma curta viagem com bela paisagem

Mas com armadilhas frequentes

Em todas as frentes

Difícil de chegar

Vamos lá

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Batalha
Espiritual
O Espírito Da
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Parte 1
Segredos De Uma
Antiga Civilização
Parte Final

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